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Capitulo 2 – Montado o Quebra-Cabeça Depois de algum tempo olhando para aqueles sinais, tentava imaginar qual seria a ligação entre eles, com certeza isso seria como montar um quebra-cabeças sem a imagem do lado. Mas como eu não desisto tão facilmente das coisas, poderia levar o tempo que fosse, mas eu ia desvendar aquele mistério. Fui para casa eu fiquei o dia todo, e uma parte da noite, tentando ligar as informações para ver se descobria algo. Ficava pensando comigo: o que teria em comum, um conjunto de arvores em forma de triangulo, algumas flechas desenhadas em uma pedra, um relógio solar e o eclipse, nada parecia se encaixar. Bom acho que por hoje ja quebrei a cabeça de mais, vou dormir e amanha eu descubro alguma coisa. Continua no Post abaixo - Postado por: Mack às 21h38 [ ] [ envie esta mensagem ] Finalmente encontrei, e estranhei uma fecho de luz que apontava bem onde mais cedo eu tinha pisado, era uma fenda no teto, e por ali passava um raio da Lua que parecia apontar onde era o local que eu estava procurando, entao tirei a mochila das costas onde estavam as ferramentas, comecei entao a tirar as ripas uma a uma, depois de alguns minutos, percebi que o fundo falso que eu imaginava, era apenas uma declinação no terreno, onde que por alguma força o chão de areia cedeu alguns centimetros, no primeiro momento, fiquei furioso, pois pensava que tinha perdido uma noite de sono, por uma bobeira, mas pensei comigo, será que isso será apenas um buraco causado talvez pela chuva? Entao peguei uma das ripas que eu havia tirado e comecei a cavar, e cavar, cavar, mas nada de anormal apareceu, para a minha revolta. Arrumeia as coisas e voltei para casa, precisava dormir um pouco, estava quase morto de cansado. Continua... Proximo Capitulo: O Dia Vira Noite.... - Postado por: Mack às 21h36 [ ] [ envie esta mensagem ]
Um certo dia, a alguns anos atras, estava eu na biblioteca do Colégio, fazendo um trabalho, quando me deparei com um livro sobre Lendas da minha cidade, no mesmo instante comecei a ler, tinha algumas que nao tinha nada a ver, mas uma me chamou a atençao. Levei o livro para casa e passei a noite lendo. Essa "lenda" falava sobre uma casa, que por coincidencia ficara ao lado da escola, onde eu estudava na época, realmente era uma casa muito diferente, devia estar ali desde os primórdios, rs, quase em ruínas, a mesma ja estava abandonada a muitos anos. Nesse livro falava que essa casa tinho sido habitada por pessoas muito rica da época da colonizaçao do Brasil, dizia que até Dom Pedro teria passado por ali, vai saber..rs... Dizia-se que essa casa tinha em seu interior varios objetos de valor, inclusive muito ouro escondidos no seu interior e na parte de fora, mas, (ai vem a parte que eu gosto) falava tb que para poder achar esses objetos, era preciso estar no lugar e na hora certa, mas para te-los seria preciso pagar um preço alto, muito alto, no livro tinha a foto de um Medalhão, que se dizia ser amaldiçoado por alguma força diabólica, e a pessoa que encontra-se os objetos tb encontraria o Medalhão e assim, seria amaldiçoado. Aquilo me deixou encacucado, e principalmente curioso, para saber como encontrar esse tal Medalhão. Conforme ia lendo, ia descobrindo coisas novas, como certas marcas deixada na casa, como se fosse uma especie de mapa ou um calendário dizendo onde e quando a pessoa deveria estar para conseguir o feito tanto cobiçado. Essas marcas, no começo nao fazia nenhum sentido, eram desenhos em formas de flechas apontando para varios lados desenhados em uma pedra, o conjunto de tres arvores que formavam um tringulo, um eclipse solar, um relogio solar, que por coincidencia tinha um bem em frente a casa, e alguns outros sinais que agora nao me vem a cabeça. Continua logo abaixo... - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 14h05 [ ] [ envie esta mensagem ] Saindo da casa, fui até o tal relogio solar que ficava em frente, subi em cima do mesmo e olhei em direçao da casa, e algo me chamou a atençao; eram perfeitas, como se foram colocadas ali com uma mediçao melimétrica, as tres arvores formavam um triangulo perfeito, voltei correndo para a casa, e comecei a olhar cerca daquelas arvores, foi entao que encontrei uma pedra meio encoberta por folhas secas que caiam daquelas arvores, como se fosse pra esconder o que eu estava por encontrar, mas eu estava ali para descobrir e nada me faria voltar, tirei as folhas e me assustei quando vi, eram como se eu estivesse olhando para o mesmo livro que me fez ir até la. Os mesmos sinais, as flechas, o eclipse solar, tudo começava a se encaixar, e tb a ficar muito mais interessante. Percebi entao que aquilo nao passava apenas de uma lenda, e sim de uma história que realmente poderia ter acontecido, entao pensei comigo; Será que eu continuo com essa busca pelo inesperado? E me arriscar a ser tomado por uma força desconhecida até o momento? Mas como um grande caçador, eu tinha certeza que aquilo era apenas o começo de uma grande aventura que estaria por começar. Continua... Proximo Capitulo: Alguma coisa existe naquela casa, será que esse velho caçador ira descobrir? Aguardem...Fuiiii!!!!!!!!! - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 14h03 [ ] [ envie esta mensagem ] Mundando de assunto: É amanha comunidade blogueira que irá começar uma verdadeira aventura de um velho Caçador de Paranigmas, onde eu Mack, percorrerei os cantos mais remotos atras de eventos sobrenaturais, tentando desvendar os mais esquisitos fatos acorridos nesse, e no outro mundo. Nessa grande aventura, irá aparecer cada coisa que vcs nem imaginam, só vendo pra crer mesmo, espero que todos vcs gostem e se liguem nessa grande aventura que esta prestes a começar.
- Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 20h27 [ ] [ envie esta mensagem ] E aguardem: Em muito breve as aventuras de um Caçador de Paranigmas. Paz & Saúde Pra Todos - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 14h44 [ ] [ envie esta mensagem ] Brincando com os mortos Em uma noite iluminada por uma lua minguante num céu sem estrelas, quatro jovens resolvem fazer o famoso "jogo do copo". Reúnem-se na casa do mais velho, o líder da turma. Depois de uma oração em tom de brincadeira, começa a sessão de perguntas para o pseudo-espírito na mesa. - Qual o seu nome? Pergunta uma das meninas da turma. O copo se move para as letras formando a palavra P-A-L-H-A-Ç-O. Todos ficam assustados com o movimento, mas acham estranho que tenha se formado essa combinação. Exceto o líder da turma, que solta uma gargalhada quando a palavra é formada. - O que você quer? Pergunta o segundo jovem: P - U - M. É a palavra que aparece no tabuleiro. O jovem líder cai na gargalhada, solta o copo e sai de perto do tabuleiro: - Essa brincadeira é cretina, estúpida. Fui eu quem fez o copo se mexer. Viram como isso não funciona? - Cuidado. Não fique brincando com essas coisas. Você pode ser castigado - Retruca a pequena jovem. Todos vão embora da casa do rapaz, indignados coma brincadeira sem graça do amigo. Como já era tarde, ele se prepara para dormir. Entra em seu quarto, deita em sua cama e começa uma oração. No meio de sua prece, ele sente uma dor muito forte no peito. Seu pijama azul tem uma mancha escura e que vai aumentando. O jovem coloca a mão na boca para conter um grito, mas percebe que sua boca também está sangrando. Seu nariz pinga mais sangue ainda, marcando o chão com poças avermelhadas. Desesperado, ele vai ao quarto de seus pais e os encontram enforcados, pendurados no lustre sobre a cama, movimentando seus braços em busca do corpo do rapaz. Os gritos e palavras mórbidas ecoam por toda a casa: - Maldito. Porquê você fez isso? O jovem corre para fora de casa e bate na porta da casa de seus amigos. Ninguém atende. Seus gritos misturados com suas lágrimas pintam seu rosto de vermelho. Cansado de gritar, ele fica em silêncio, mas ouve algumas gargalhadas. Tentando descobrir de onde vem as vozes, ele corre em direção ao som, e percebe que saem da garagem de sua própria casa. Ao abrir a porta, ele se depara com uma cena macabra: Seus três amigos, sentados no chão, fazendo o jogo do copo. As gargalhadas eram assustadores, como crianças que se divertem com um brinquedo novo. Chegando mais perto, o jovem percebe que o copo se movia sozinho, sem nenhum dedo no tabuleiro. O copo fazia movimentos repetitivos para as palavras P-A-L-H-A-Ç-O. Movimentos cada vez mais rápidos formavam a palavra P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, P-A-L-H-A-Ç-O, até que o copo explode. Assustado, suado e com muito medo, o jovem acorda. Sim, foi um sonho. Ele olha a sua volta e não há sangue. O silêncio reina pela casa. Mais calmo, ele vai até o banheiro, onde tem uma surpresa ao se olhar no espelho: Seus olhos e sua boca, vermelhos de sangue, formam uma pintura de palhaço. Mesmo jogando água em sua face, a mancha não sai. Em um ato de desespero, o rapaz corre para o quarto dos pais. Quando ele abre a porta, encontra seu pai de pé, em frente à porta com uma arma na mão. Antes que ele pudesse pronunciar qualquer palavra, um único som toma conta de toda a casa: P-U-M. No dia seguinte, todos os seus amigos vão ao velório de seu colega: O jovem palhaço que morreu com um tiro na cabeça. - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 15h41 [ ] [ envie esta mensagem ] - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 12h02 [ ] [ envie esta mensagem ] A Bruxa Cristina era uma socióloga respeitada. Especializou-se no estudo da época da inquisição, quando, sob o manto da igreja, pessoas eram queimadas sob acusação de bruxaria. Através de suas pesquisas concluiu que, na maioria das vezes a perseguição era política, os acusados nunca haviam se envolvido com satanismo. Alguns casos pareciam típicos de doentes mentais, que mais deveriam ir para o sanatório que para fogueira. Um caso, contudo, chamou-lhe a atenção: Catarina, uma mulher do século XVII, queimada num povoado do interior, conhecida como a maior das feiticeiras. As lendas que dela se contavam perduravam até os dias atuais, sobre seu poder e maldade. Morrera queimada, jurando vingança. Cristina viajara para a cidade que se desenvolvera perto do antigo povoado onde a bruxa teve seu fim. Verificou que ,apesar dos séculos, as pessoas conheciam histórias sobre ela, havendo inclusive aqueles que jurassem ter visto reunião de demônios comandados por Catarina em um vale próximo. Cristina ia assim juntando material para uma nova tese, sobre o imaginário popular. Algumas coincidências, porém, logo chamaram-lhe a atenção. De tempos em tempos sumiam crianças na região, que nunca eram encontradas. Assim como começavam, os desaparecimentos terminavam. Catarina era considerada culpada, mesmo séculos após ter morrido. O fato é que nunca qualquer pista foi encontrada. Justamente após sua chegada na cidade, crianças começam a sumir, sem deixar vestígios. Havia mais de cinqüenta anos que aquilo não acontecia, portanto não poderia ser a mesma pessoa. Três garotos estavam desaparecidos. Não havia pista alguma, uma testemunha que fosse. Cristina envolveu-se com as investigações. Sentia que, se desvenda-se aquele crime, poderia explicar a estranha influência que aquela lenda exercia sobre a população daquele lugar. Passado algumas semanas nada de novo havia sido descoberto. Das outras crianças não mais foram vistas. O delegado local pensava até em pedir ajuda federal. Cristina não dormia direito, procurando, pela lógica, encontrar uma solução. Um dia a socióloga aparece na delegacia. Não havia dormido a noite anterior. Apesar de cientista tinha uma intuição. Visivelmente alterada, pediu ao delegado que a acompanhasse com alguns policiais. Foram ao local onde, pelos relatos que descobrira, Catarina havia cumprido pena. Era um pequeno vale. Movida por uma força estranha, Cristina, com as mãos escava o sopé de um morro próximo. A terra estava fofa. Os pequenos ossos não demoraram a aparecer. Ao ver tudo aquilo, o rosto de Cristina se transformou. À vista incrédula dos policiais, ela começava a gritar palavras incompreensíveis. Era como se duas almas lutassem por um só corpo. Suas feições iam, aos poucos, se transformando. Ela despiu-se até que, completamente nua começou a dançar freneticamente, num ritmo cada vez mais rápido, começou a levitar. De seus olhos, emanava o próprio mal. Cristina havia sacrificado aquelas crianças. Sem saber, seu corpo fora apossado por Catarina, que assim executava a sua vingança. - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 15h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Fala comunidade, blza? a pessoa que me enviou essa historia, nao quiz se identificar, mas relatou muito convicto que a mesma era real. Eu achei ela muito interessante, e, esperam que vcs também achem... E nao esqueçam de mandar suas histórias...Paz e Saúde Para Todos..Fuiii... A Subida No Brasil, no interior do estado de Minas Gerais, existe algo que dizem ser o "relógio para o fim do mundo". A origem de tal Lenda se encontra numa fazenda no distrito de Monte Verde. Essa fazenda, que remonta ao século XIX, no período do Segundo Império, foi uma das maiores produtoras de café da região e tinha um grande número de escravos negros. Dentre as várias lendas da região, sempre envolvendo almas penadas dos escravos mortos pela crueldade de seus senhores, uma delas se destaca pelo seu modo sutil e aterrorizante. O Senhor do Cafezal, que era um homem muito rico, possuía um belíssimo Casarão. O Casarão ficava no alto de um platô, dando um maior aspecto de imponência visto da estrada. Tinha dois andares, num total de 36 cômodos, um "pé direito" de 3 metros e uma varanda de vinte metros na frente do Casarão. Realmente era um símbolo de poder e riqueza. Mas para seu dono algo estava faltando. Na varanda havia uma grande parede lisa e branca, que para o fazendeiro, deveria ser ocupada por um afresco que desse mais beleza ao Casarão. Mas não era uma tarefa fácil, pois havia poucos bons pintores de afrescos no Brasil Imperial e os poucos estavam com trabalhos no Rio de Janeiro, Salvador e Ouro Preto. Certo dia, o feitor de escravos da fazenda disse ao senhor que um dos escravos era um ótimo pintor de afrescos no Haiti antes de ter sido trazido para o Brasil no começo do século. Interessado em saber que havia um artista em sua senzala, o Senhor mandou chamá-lo. A conversa não demorou mais do que dois minutos. - Negro!! Quero que você pinte um afresco na varanda da Casa Grande... E que seja bem bonita. O velho escravo assentiu com um baixar de cabeça. - Pinte uma paisagem, ou uma cena agrícola... Você sabe o que é isso? O escravo repetiu o movimento. - Ótimo, agora saia! Na manhã seguinte o fazendeiro viajou para o Rio de Janeiro e disse ao escravo que queria ver o afresco pronto quando chegasse de viagem. O velho tratou logo de começar seu trabalho. O resultado foi maravilhoso. O escravo pintou com uma técnica barroco-impressionista aquilo que epresentava uma mulher negra com uma trouxa de roupa na cabeça subindo a estrada que a levaria até um Casarão. Qualquer pessoa que olhasse com cuidado, perceberia que aquele lugar era a própria fazenda e dizem que aquela mulher era a própria esposa do escravo. Ela lavava as roupas da Casa Grande no rio e fazia aquele trajeto todos os dias. Quando o senhor voltou alguns dias depois, uma onda de ódio tomou conta do fazendeiro. - Como aquele negro desgraçado foi pintar uma negra fedida na varanda da minha casa??? Como retaliação de tal ato, o senhor mandou espancar até a morte o escravo pintor e sua musa inspiradora. Os dois morreram no tronco no meio do pátio da fazenda na frente de todos os outros. O fazendeiro tomou a decisão de na manhã seguinte arrancar o desenho à marteladas. Mas na manhã seguinte o fazendeiro apareceu misteriosamente morto em sua cama, deixando todos amedrontados. Sua esposa e filhos, temendo que aquilo fosse uma maldição, mudaram-se para o Rio de Janeiro e nunca mais voltaram. Mas o mais espetacular é que segundo as testemunhas que viveram todos os acontecimentos, o desenho na parede é uma contagem até o final do mundo. O desenho original mostrava a mulher negra no começo da subida até o Casarão. Hoje, qualquer pessoa que visitar a fazenda, verá que a mulher se encontra um pouco acima da metade da subida. Dizem que a mulher sobe um pouco a cada dia e só com intervalos muito grandes de tempo pode-se perceber a sua lenta subida. Hoje existem marcas com datas no desenho mostrando a progressão da escrava; assim que ela atingir o Casarão (dizem) será o final dos tempos. Os atuais donos da fazenda não moram no Casarão (que hoje está em ruínas) e evitam o local. Mas os colonos visitam o local sempre para rezar e pedir perdão à alma da mulher que morreu de maneira tão violenta. - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 11h38 [ ] [ envie esta mensagem ]
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