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O último
Fala comunidade, queria dizer a todos vcs que por motivos que agora nao vem ao caso, que o meu Blog está chegando ao fim, talvez para sempre, talvez nao, espero que nao, mas ficarei um tempo afastado desse Blog que me fez aprender tantas coisas, a conhecer pessoas que hoje sao meus amigos e a quem eu devo muito, pessoas que nunca me viram, mas que estava la disposta a me dar um mao quando eu estívese precisando, pessoas que me fizeram sorrir, pessoas que me fizeram ficar com lágrimas olhos, enfim, amigos. Deixo aquí meus sinceros agradecimentos a todos que por aquí passaram, e a aqueles que me ajudaram a fazer do meu Blog, o que ele é hoje. Saudades de todos vcs. Abraços para todo mundo.
Paz & Saúde para todos Nos vemos. Espero que em breve. - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 10h30 [ ] [ envie esta mensagem ] A Casa dos Demônios Os Stvesons eram uma família perfeita...., tudo ia bem. O pai e chefe da família era o Sr.Richard, um homem severo, e disciplinado que às vezes se irritava a toa. A mãe a Sra.Melissa era um exelente dona de casa, que se dedicava muito à famíla e estava sempre disposta a ajudar seus filhos (1 homem e 2 mulheres). O mais velho era o Michael (18 anos), a do meio era a Janie (16 anos), e por fim estava a caçula Marie (8 anos). O pai havia sido promovido a um cargo maior na empresa em que trabalhava, sendo assim passou a ganhar mais. Compraram com o dinheiro suado que economizaram por muito tempo uma casa bábara e enorme. Porém eles não haviam sido avisados por ninguém sobre as coisas estranhas que aconteciam por ali. O dia da mudança foi agitado. Muita coisa para descarregar e guardar, e estavam todos adorando, mas Michael estava achando algo de estranho naquela casa sinistra e antiga. Ele sentiu uma sençação estranha que nunca havia sentido antes, e ficou mais assustado ainda quando olhou para o alto e viu na janela do sótão um rosto que ele nunca havia visto antes... olhando fixamente para ele, seu espanto é quebrado quando ouvi seu pai o chamando, ele vira o rosto, e quando olha novamente aquela figura sumira dali. Ele corre para ver o que estava acontecendo, e encontra seu pai irritado por não conseguir abrir as janelas mas quando vê elas estão pregadas. O primeiro jantar da família foi perturbado todos não paravam de discutir na mesa, paracia que estavam sendo influenciados por alguma coisa. Derrepente a briga é interrompida por um terremoto que faz o espelho que estava no móvel perto da mesa cair. Com toda a força ele cai no chão e por incrível que pareça permanece intacto, a Sra Melissa se levanta para apanhar o espelho e diz: - Nossa!! Nem quebrou..., e o coloca no lugar mas logo após alguns segundos ele misteriosamente trinca-se. A vida daquela família perfeita estava se transformando num verdadeiro inferno, coisas sumiam derrepente, e ruídos estranhos eram ouvidos constantemente, principalmente à noite. É claro que eles percebiam o que estava acontecendo, mas ninguém jamis poderia imaginar que tudo aquilo acontecia por influência de espíritos maléficos, almas que fizeram mal quando vivos ou não conseguem ser aceitos por espíritos bons. A mãe começou a desconfiar do que estava ocorrendo e chamou um padre. O pobre homem logo que entrou na casa já sentiu o ambiente pesado que estava ali, e sentiu-se mal. Ele havia deixado sua bíblia no carro, por tanto tinha que voltar para pegá-la, mas quando voltou para ver ela estava misteriosamente destroçada, rasgada, por uma força descomunal capaz de conseguir rasgar uma capa dura como aquela. Ele não pensou duaz vezes... era preciso exorcisar aquela casa, mas precisa de autorização para fazê-lo, por tanto até o dia seguinte ele espalhou crucificsos pela casa. Já de manhã quando todos acordam encontram todos os crucifcsos que estavam espalhados pela casa todos cobertos por lençóis. No dia seguinte o padre chega na casa para exorcisa-la, ele começa o ritual e imediatamente a casa toda começa a tremer, ouvem-se ruídos estranhos como nunca havia-se ouvido, os livros começam a cair, o lustre despenca do teto, a geladeira começa abrir e fechar... um barulho ensurdesedor toma conta de todos, e um cheiro horível paira no ar. Todos ficam muito assustados e apavorados. Esse inferno durou cerca se um minuto até que pará e um silêncio frustrante toma conta do ambiente da casa. Tudo havia acabado... aquele inferno que a família passara tinha acabado, mas ninguém queria morar num lugar onde coisas como aquelas tinham acontecido, pois afinal eles ainda tinham medo que os espíritos voltassem. Portanto venderam a casa e decidiram se mudar, compraram uma casa menor mas pelo menos era segura e o mais incrível de tudo era que após um mês os novos moradores daquela casa que venderam não haviam se queixado de nada de estranho. Tudo parecia normal para os Stevensons, até que coisas estranhas comom aquelas logo começaram a surgir na nova casa.... foi aí que perceberam que aquelaes espíritos não estavam assombrando e perturbando aquela casa.... eles estavam assombrando aquela família.. a família Stevensons, eles teriam que conviver com isso por toda a eternidade, até o dia em que morressem. - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 12h43 [ ] [ envie esta mensagem ] Sonhos Havia, numa cidade, três pequenas árvores que sonhavam o que seriam depois de grandes.
A primeira, olhando as estrelas, disse: - Eu quero ser o baú mais precioso do mundo, cheio de tesouros. Para tal, até me disponho a ser cortada. A segunda olhou para o riacho e suspirou: - Eu quero ser um grande navio para transportar reis e rainhas. A terceira árvore olhou o vale e disse: - Quero ficar aqui no alto da montanha e crescer tanto, que as pessoas, ao olharem para mim, levantem seus olhos e pensem em Deus. Muitos anos se passaram e certo dia vieram três lenhadores e cortaram as três árvores, todas ansiosas em serem transformadas naquilo que sonhavam. Mas lenhadores não costumam ouvir e nem entender sonhos... Que pena! - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 01h04 [ ] [ envie esta mensagem ] "Para que isso?" Mas, numa certa noite, cheia de luz e de estrelas, onde havia mil melodias no ar, uma jovem mulher colocou seu neném nascido naquele coxo de animais. E de repente, a primeira árvore percebeu que continha o maior tesouro do mundo. A segunda árvore, anos mais tarde, acabou transportando um homem que acabou dormindo no barco, mas quando a tempestade quase afundou o pequeno barco, o homem levantou e disse ao mar revolto: "Sossegai". E num relance, a segunda árvore entendeu que estava carregando o Rei dos Céus e da Terra. Tempos mais tarde, numa sexta-feira, a terceira árvore espantou-se quando suas vigas foram unidas em forma de cruz e um homem foi pregado nela, pois fora condenado à morte mesmo sendo inocente. Logo, sentiu-se horrível e cruel, mas no Domingo, o mundo vibrou de alegria e a terceira árvore entendeu que nela havia sido pregado um homem para salvação da humanidade, e que as pessoas sempre se lembrariam de Deus e de Seu Filho Jesus Cristo ao olharem para ela. As árvores tinham sonhos, mas as suas realizações foram mil vezes melhores e mais sábias do que haviam imaginado. FELIZ PÁSCOA PRA TODOS VOCÊS. Quero agradecer e mandar um Feliz Páscoa para essa galera em especial e agradecer a todos eles pela força e pelo carinho. Espero nao ter esquecido de ninguem. Lady Esoteric, Coveiro X, Val, Selina, Coveiro Zé, Vamp, Rhia, Nane, Beatas, Ly, Rodolfo, Cláudia, Margot, Joyce, Sub Zero, beckandroll, Muleta, Fá, MARtinha, Pâmela, Hellen, Kika, Doutora, Enfys, Kall, Kurt, Garota Carioca, Psicopata Mimada, Loka, Deus - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 00h49 [ ] [ envie esta mensagem ] JOGO DO COPO PODE CONDUZIR À MORTE
As associações espiritas estão preocupadas com a prática do ‘Jogo do copo’ por jovens sem preparação e alertam para a sua perigosidade, pois há centenas de relatos de adolescentes perturbados com o desafio, alguns dos quais tentaram o suicídio ou recorreram a tratamento médico. O jogo, que parece simples e inofensivo, baseia-se num copo que se move em direcção às letras de um abecedário colocado em cima de uma mesa e forma palavras em resposta às perguntas dos jogadores. - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 16h51 [ ] [ envie esta mensagem ] Fala comunidade, nesses ultimos dias ando muito ocupado, cheio de problemas para resolver, por isso nao tenho postado, tb estou esperando que vcs me mandem suas historias para que eu possa colocar aquí. Queria agradecer as visitas de todos e manda um abraço para galera do Caldeirao que apesar de louca, sao amigos de verdade:
Lady Esoteric, Coveiro X, Val, Selina, Coveiro Zé, Vamp, Rhia, Nane, Beatas, Ly, Pheeby (Beijos Princesa) Enfim para toda galera que me conhece. Fuiii... - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 11h45 [ ] [ envie esta mensagem ] Hoje a história é de um grande amigo meu, e também um especialista sobre o asunto. Um Ex. caçador de Paranigmas que tem muito pra nos contar. Com vcs A historia do
Olá pessoal! Conheci o Mack recentemente e fiquei muito feliz de conhecer alguém que carrega adiante um manto pelo qual fui apaixonado durante minha adolescência: o caçador de fenômenos paranormais ou, como prefiro denominar, Caça-Paranigmas. Criei uma página na Internet em 1999 e coloquei muitas histórias que coletei ou mesmo participei em certos casos. Confesso ser algo assustador, apaixonante, mas que infelizmente têm uma vida curta. Aposentei-me na prática faz mais de dois anos, mas meu espírito infantil por aventuras prevalece ao ver jovens exemplos. Para Mack e os outros, meu apoio e desejo por sorte para bons contos. Coveiro ( Agora, conhecido na UOL como Coveiro X) CASA DE PRAIA Essa história trata-se de um relato de um amigo meu, que chamo de Júnior, e está associada principalmente a uma outra envolvendo uma criança que quase foi morta numa casa de praia (que não pretendo relatar até então). Vou me dedicar esse texto a falar sobre toda as outras coisas estranhas daquele lugar. Como costumo dizer, não há mero acaso e sempre existe algo mais do que vemos, outras coisas que explicam 'entre aspas' o que ainda ocorre ao nosso redor. De acordo com informações obtidas durante a permanência de Júnior, desde a compra do terreno até à estádia na casa, aquele local foi predestinado à morte. Muito antes, ali, um matagal cobria tudo e os moradores e pescadores daquela região sentiam e muitas vezes viam estranhas aparições, que se tornaram lendas antigas. Segundo o cozinheiro daquela casa, sempre que ocorriam acidentes na praia como afogamentos ou acidentes de barcos, às águas levavam os corpos sempre para o mesmo destino, o terreno onde hoje está a casa. Era como se estranhamente, o ambiente atraísse o Mal. Não muito diferente, quando ocorriam homicídios, os cadáveres eram jogados lá. Além disto tudo, os habitantes costumavam relatar certos fatos que eles presenciavam como assombrações, pessoas "ou almas-penadas" que surgiam e sumiam do nada. Desde a sua construção, freqüentemente ocorreram vários acidentes, mais que o normal. Um deles ocorreu com a proprietária, grávida no momento, que foi eletrocutada e assim, jogada escadaria abaixo, onde por pouco não perdeu a vida. Apesar de tudo, a casa ficou pronta e com um perfil arquitetônico bem moderno. Em destaque, uma pirâmide de vidro, no teto, bem acima da escadaria.
Continua no Post abaixo...
- Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 12h34 [ ] [ envie esta mensagem ] Alguns finais de semanas depois de concluída a construção, fenômenos estranhos foram percebidos em horários fixos, às 18:00 e às 24:00. Nessas horas, gritos, choros de crianças, portas batendo, pisadas e gargalhadas eram comuns serem escutados por todos, proprietários ou visitantes, geralmente às seis da noite. Não eram coisas que persistiam, demoravam cinco minutos, não mais. O pior era às vozes chamando os nomes das pessoas. A partir da meia-noite, as coisas aconteciam fora da casa. Quem tinha sensibilidade para ver coisas, viam e temiam o que encontravam. O vigilante comumente deparava-se com almas por ali, muitas vezes falando e interagindo com ele. Uma delas era a figura de uma mulher que sempre aparecia. Em outro caso, a empregada não conseguiu dormir por várias noites, depois de afirmar ter visto um tipo de demônio alado que entrou no terreno, rondou a casa e banhou-se na piscina partindo em seguida. Outros e outros casos marcaram aquela casa. Um deles foi a total destruição da lancha depois de ter ficado apenas uma noite ancorada em frente a casa sem ninguém, nem mesmo o vigia ter notado algum barulho durante à noite. Porém, o mais horripilante incidente passou-se na escadaria da casa. Um dos sobrinhos de Júnior foi deixado em um dos cômodos do piso superior, dormindo, sozinho. Justamente por volta das dezoito horas, ouviu-se um choro de criança e a cunhada de Júnior foi ver o que era. O menino não estava chorando e dormia tranqüilamente. Ouviram-se risadas e zoadas de portas. Ela correu assustada e novamente o menino estava lá dormindo. Passou-se dez minutos e escutou-se um barulho como uma queda. O menino estava caído no hall, bem abaixo da escadaria. Parecia ter acordado naquele momento, chorava tonto e a mãe em desespero notou que o braço estava torcido. O momento era de apenas socorrer a criança. O braço dele estava quebrado e apresentava alguns hematomas. Mas restou a pergunta: como ele caiu dali, sendo impossível ele passar entre os corrimões? Teria sido jogado? Devido à tantos misteriosos problemas, os proprietários recorreram à padres, pais-de-santos, sal grosso, missas, e até um estudo parapsicológico sobre o ambiente. Esotéricos sugeriram que um dos problemas possíveis seria a pirâmide acima da escadaria. Toda pirâmide atrai energia. O problema é que aquele local não tinha uma "boa energia". Pelo contrário, era tomado pelas piores vibrações e, portanto, a pirâmide só concentrava essa energia. A solução foi cortar o ápice da pirâmide e diminuir essas influências. Disseram que ocorreu considerável melhora, mas não demorou muito para que os donos se desfizessem de tal lugar com memórias tão terríveis. -X- Nota do Coveiro: Essa história era parte de um conjunto de relatos publicados na antiga página "Paranigma", que estava vinculada ao portal PSI. O conto "Casa de Praia" é parte essencial para outras histórias posteriores envolvendo meu amigo Júnior -X- - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 12h29 [ ] [ envie esta mensagem ] Hoje começo com as historias enviadas pela galera, e nada melhor que começar com uma grande conhecida de todos, a nossa grande amiga Lady Esoteric, que passa de Entrevistadora, por contadora de historias bizarras, pelo menos por hj. Quem quizer enviar sua historia, é só clicar no meu e-mail e manda. Espero que vcs gostem dessa historia. Fuiii... O bairro do Reduto é, decerto, um dos mais antigos de Belém. E também um dos mais cheios de histórias e mitos, principalmente por ter como limite o famoso e discutido Igarapé Das Almas. Aliás, ex- Igarapé, visto agora estar transformado em canal. Desde o seu nome é discutido: Igarapé das Armas ou das Almas? Diz-se que as duas expressões são válidas. A primeira a é atribuída ao fato de, já nos fins da Cabanagem, um grupo de cabanos haver escondido neste Igarapé suas armas, na fuga que então empreenderam. E o nome ficou Igarapé das Armas, até o dia em que os habitante das redondezas afirmaram ter visto espíritos de cabanos falecidos vaguearem atrás das armas escondidas. Daí em diante, Igarapé das Almas. Esta dualidade de nomes já levou nossos historiadores a baterem a cabeça. Bom, o que interessa é que, sendo das Armas ou das Almas, o famoso Igarapé sempre serviu para comentários medrosos ou histórias fantásticas. Sem precisar a época, mas com certeza há muitos anos, quando Belém era cidade provinciana, com racionamento de luz, transportes precários e as famílias colocavam cadeiras nas calçadas, conta-se que pessoas que moravam na rua 2 de Setembro ficavam assustadas todas as noites com um fato estranho: cerca das 22 horas, uma porca de tamanho considerável saía em desabalada carreira da Praça Magalhães até o Igarapé das Almas. Famílias residentes naquela rua, no trecho sitado, estavam despreocupadamente conversando, quando, de repente, o ruído de uma carreira esquisita interrompia a conversa: era a porca na sua corrida cotidiana. Alguns moradores não se preocupavam, porém outros, mais curiosos, procuravam saber quem era o proprietário do animal. Pergunta aqui, pergunta ali e... nada! Parecia que a porca não tinha dono. O mais interessante é que toda vez que chegava ao Igarapé, a poeca misteriosamente desaparecia. Pensavam uns: meteu-se no mato! Mas outros começaram a achar que ali tinha “dente de coelho”. Outro fato suspeito era a presença de uma velhota que ninguém conhecia no bairro, mas diariamente, ia do Igarapé das Almas para a Praça Magalhães, permanecendo a maior parte do dia a vaguear pela Praça. A correria da porca começou a incomodar de tal forma certos moradores, que alguns sugeriram mata-la, visto não aparecer seu dono. E assim se organizou uma turma disposta a liquidar com a vivência do suíno. Todas as noites o pessoal se reunia com um arsenal improvisado: porretes, estacas, pedras, paralelepípedos, enfim, tudo valia para pôr fim à vida da porca. Então, a partir daí, quem morava no itinerário do animal passava a assistir espetáculo inédito: a caça de uma porca em plena cidade, isto além das 10 horas da noite. Porém, ou porque a porca fosse muito ligeira ou porque seus perseguidores fossem muito lentos, o fato é que a caçada durou muitos dias. E toda noite era a vozeria da molecada, aos gritos de “mata” e “pega” acompanhando os atiradores de paus, pedras e de outras armas improvisadas. E depois a vaia recíproca, uns culpando os outros pelo fato de a porca ter escapado...! Mas... um dia, finalmente, acertaram em cheio a cabeça da porca, em lugar próximo ao Igarapé das Almas. Esta parou, cambaleou, logo todos se puseram a dar pauladas e pedradas, num autêntico linchamento. A porca morreu, e o fato foi comentado pelos “herois” da noite! No dia seguinte, os “bravos” combatentes da porca acorreram ao local de sua morte e...oh! surpresa! A porca havia desaparecido, mas, no mesmo lugar em que havia caído, estava a velhota misteriosa, morta, toda ferida, como se tivesse sido atingida por pedras e paus... Há quem diga que a velhota era a porca ou vice-versa; há os que acham que tudo não passa de imaginação. Mas, quando se colocava em dúvida o fato, sempre havia um velho morador para afirmar: - É meu amigo, você não viveu naquela época e nem viu a porca. Se você a visse, não duvidaria que ela tinha parte com o Diabo...! - Postado por: •°¤*(¯`°( Mä¢k )°´¯)*¤°• às 14h27 [ ] [ envie esta mensagem ]
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